Episódio 3: Apostando no Desconhecido.

Episódio 3: Apostando no Desconhecido.

Eles estavam na sala, esperando Jason voltar. Elizabeth estava conversando com Bruce, ele tinha 175 cm de altura e tinha cabelos pretos, eles discutiam sobre algo sério. Hunter estava sentado numa poltrona olhando para Elizabeth, fazia tempo que ele não via uma mulher daquela forma. Ela era linda, ele nunca tinha visto uma mulher tão bonita quanto ela. Era como aquele tal de amor à primeira vista. Hunter nunca acreditara nisso, havia se machucado muito por mulheres que diziam ter o amado. Ele aprendeu a se fechar dos sentimentos. Mas, com Elizabeth era diferente era um amor inocente e diferente, ele não via futuro para tal sentimento no lugar em que o mundo se tornou e se ele continuasse a se sentir assim, ele com certeza iria matar o sentimento. Ele cansou de ficar olhando os dois e se levantou, foi até o terraço pegar um pouco de ar. E ficou pensando como ela poderia gostar daquele babaca. Viu também ao lado do prédio, a saída de incêndio. Eles não haviam pensado nela como saída, ele caminhou até lá e olhou até que andar ia. A escada se estendia até o primeiro andar, para chegar ao térreo teriam que saltar. Era um problema, mas iria falar a Jason como uma saída alternativa. Ele ainda estava recostado no para-peito quando escutou um barulho de tiro. Hunter se assustou e se jogou no chão, vinha da rua principal. Ele desceu as escadas correndo e voltou ao apartamento bem em tempo de ver Jason entrando correndo.

-Jason! Oque diabos você está fazendo?- perguntou Bruce.

-Fugindo, correndo, salvando a nossa vida. Escolhe um- disse Jason desesperado enquanto trancava a porta e empurrava o sofá para impedir que ela abrisse.

Ele parou para respirar e em seguida olhou para Hunter.

-Precisamos daquela arma agora.

-Pera ai, oque aconteceu?- perguntou Hunter a Jason.

-Um cara atirou em um zumbi que me agarrou, e depois ele caiu por cima de uma prateleira, quebrou tudo quanto foi vidro, fez um barulho e todos os monstros da rua do nada tiveram vontade de vir dar um beijo em cada um de nós, se é que você me entende- respondeu Jason enquanto se encaminhava ao quarto do casal.

Ele encostou o ouvido na porta e escutou por um segundo, depois se virou para Hunter e sussurrou:

-Parece que ele se afastou da porta.

-Jason, vamos pensar antes de fazer isso- falou Hunter com um tom de desespero.

Jason o olhou, Hunter estava pensando no quanto era perigoso entrar naquele quarto, ele não poderia matar uma criança, mesmo que fosse um monstro daqueles. Jason não pareceu ligar, ele bateu na porta três vezes esperou alguns segundos depois o garoto começou a bater na porta do outro lado, Jason se preparou e abriu a porta com força. Foi possível escutar o garotinho batendo na parede quando a porta o empurrou. Jason correu e pegou a arma da mão do cadáver, ele parou um minuto olhando para o homem morto e depois para o garoto que estava se levantando. Então saiu andando e bateu a porta atrás de si, Hunter podia jurar ter visto uma lágrima no rosto de Jason, ele segurou a arma pelo cano e foi até a sala e perguntou:

-Existe alguma outra saída do prédio?- perguntou Jason com urgência.

Elizabeth e Bruce disseram que não, mas Hunter contou da escada de incêndio. Jason disse para pegarem as provisões que fizeram como armas e comida e o encontrar no terraço. Cinco minutos depois eles estavam descendo a escada de incêndio e chegando até um beco que ficava ao lado do prédio. Quando todos desceram, Jason entregou a arma para Hunter e disse:

-Hunter, você é policial ou era. Deve saber usar isso.

-Ei, por que ele fica com a arma?-perguntou Bruce.

-Acabei de dar a porra do motivo, seu babaca- respondeu Jason empurrando Bruce e o forçando a andar.

Hunter olhou quantas balas tinha na arma e viu que tinha 4 sobrando, ele colocou a arma na mão direita e começou a andar atrás deles, cada um carregava uma arma branca, Jason tinha a faca de carne, Bruce tinha um martelo e Elizabeth ficou com uma faca curta de pão, ela andava entre os dois. Ao chegar a rua, havia um carro estacionado a alguns metros, eles correram para o carro e Jason quebrou a janela do motorista e abriu a porta. Hunter sentou no banco do carona e disse:

-Seu braço está bom para isso?Eu posso dirigir se você quiser.

-Da última vez não deu muito certo – respondeu Jason ironicamente.

Ele olhou em volta a procura da chave, não a achou em lugar nenhum. Então ele pediu a Elizabeth uma faca de cozinha, ele disse que a faca deveria ser curta mais com a lâmina ampla. Elizabeth procurou por um momento e entregou a faca para Jason que a pegou e enfiou na ignição. Ele girou a faca e o carro ligou. Hunter olhou aquilo surpreso, nunca imaginou que Jason que era apenas um simples gerente de vendas soubesse fazer algo assim. Jason engatou a primeira marcha e saiu com o carro, virou para os outros e perguntou:

-Que horas são?

-20h, já está quase escurecendo- respondeu Bruce.

-Sim, precisamos sair da cidade antes que a noite chegue- falou Hunter- alguém conhece algum lugar perto daqui que possamos passar a noite?

-Eu não sei de nada – respondeu Jason.

Os outros não falaram nada e eles continuaram a andar pelas ruas da cidade procurando a auto-estrada, eles viram em alguns lugares coisas muito bizarras como um cadáver de cavalo que quase não tinha nenhum pedaço de carne, devia ser da cavalaria da polícia. Eles viraram numa esquina e passaram por cima de um cadáver que estava jogado na rua e logo em seguida atropelou 4 mortos. A rua estava totalmente tomada pelos mortos-vivos, no mínimo 200 mortos estavam na frente do carro. Eles pararam e olharam aqueles monstros que se viraram e começaram a ir pra cima do carro, alguns caíram em cima do capô do carro. Mas, outros foram para os lados do carro e começaram a esmurrar as janelas. Elizabeth começou a gritar. Jason colocou o carro em marcha ré e acelerou para sair do meio dos zumbis enquanto Hunter rezava e Elizabeth e gritava. Eles voltaram para a rua e disparou para a rua que seguia, um morto havia ficado preso no capô do carro e ficava grunhindo e tentando alcançá-los através do pára-brisa. Eles conseguiram sair da cidade e pararam alguns quilômetros depois de estar na estrada. Hunter usou uma faca para furar a cabeça do zumbi que estava preso no capô, o sangue sujou a lâmina e escorreu pelo capô do carro, tinha uma cor escura, quase preta, e era um liquido consistente. Um pouco também espirrou na mão de Hunter. Ele fez uma careta quando limpou a mão na calça.

Eles tiraram o corpo de cima do carro e prosseguiram viajem, até que ao longe avistaram uma casa de fazenda. Eles pararam o carro e foram andando até a casa. Eles pararam a alguns metros da casa e olharam em volta. Tinha um cercado e um celeiro. Hunter virou para Jason e sussurrou para que os outros não os escutassem:

-Você acha uma boa idéia ficarmos aqui?- perguntou Hunter- talvez alguém more ai já.

-Tem razão, um velho pode ter trancado mortos-vivos no celeiro- disse Jason tentando descontrair um pouco- vamos pelo menos dar uma olhada.

Eles foram andando até a casa, Hunter puxou a pistola e Jason bateu na porta. A porta se abriu e de lá de dentro um homem que já deveria ter 40 anos com cabelos pretos apontou uma espingarda para o rosto de Jason, Hunter apontou a pistola para a cabeça do homem e disse:

-Nós não queremos problemas.

-E eu muito menos- respondeu o homem com uma voz grossa-  isso se chama precaução, rapaz. Agora abaixe essa arma.

O homem abaixou sua espingarda, mas Hunter não abaixou a sua arma. Atrás do homem um garoto que parecia ter 6 anos de idade apareceu com uma adolescente de aproximadamente 17 anos. O homem olhou para as crianças e depois para Hunter e disse:

-Entre, vamos conversar como pessoas decentes para variar.

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Episódio 2: Câmara do Desespero

A dor o despertou, um zumbido ecoava nos seus ouvidos. Ele abriu os olhos e se deparou com um quarto, ele estava deitado em uma cama. Olhou ao redor e encontrou em uma mesa de cabeceira próxima uma jarra de vidro cheia de água e um copo ao seu lado. Ele se sentou e tentou estender o braço direito para pegar a jarra, mas sentiu uma dor horrível no mesmo. Jason olhou para o braço, foi feito um curativo na mão e no antebraço, o curativo do antebraço tinha uma tala, estava quebrado. Ele fixou as bandagens por um momento e tentou se lembrar do que tinha acontecido. Lembrou-se de estar no carro com a irmã e o marido dela enquanto Hunter dirigia. Eles bateram e ele foi arremessado pelo vidro. Lembrou-se também de um braço decepado.

Ele agarrou a jarra com o braço esquerdo e encheu o copo com água, logo em seguida bebeu seu conteúdo desesperadamente. Depois que terminou ele se levantou e foi até a porta do quarto. Ele bateu na porta e esperou alguém não ouve resposta. Ele então girou a maçaneta devagar e a abriu uma fresta por onde ele espiou. Não via ninguém. Ele saiu e andou pelo corredor que se estendia.

-Olá, tem alguém ai?

Ele escutou vozes vindas de uma porta mais a frente no corredor que se abriu e de dentro saiu Elizabeth. Quando ela o encarou, seus olhos ficaram marejados e ela correu em sua direção e deu um abraço. Ela pressionou com força o braço quebrado e ele sentiu uma dor imensa que parecia não acabar. Ela o soltou e o olhou com as lágrimas correndo pelo rosto. Atrás dela vinha Hunter e Bruce. Hunter tinha um curativo no ombro e Bruce apenas um curativo pequeno na testa. Elizabeth estava bem, não parecia ter sofrido nenhum ferimento.

-Bem-vindo de volta, Bela Adormecida- exclamou Hunter.

-Quanto tempo fiquei apagado?- perguntou Jason.

-Umas 15 horas- respondeu Hunter.

-Você lembra de alguma coisa?- perguntou Lizie, soltando Jason e o olhando com cautela.

-Sim, oque eram aquelas coisas?

 

-Não sabemos direito, mas a situação é preocupante- disse Bruce.

-Obrigado, Capitão Óbvio- disse Hunter com sarcasmo- estamos naquela farmácia onde batemos o carro, na verdade no apartamento em cima dela.

-Ninguém mora aqui?- perguntou Jason.

-Moravam- disse Lizie com um tom de voz sombrio.

-Oque você quer dizer com isso?-perguntou Jason, seus olhos olhavam o rosto dos outros três com preocupação.

-Venha, vou lhe mostrar- disse Hunter.

Hunter levou Jason ao que seria o quarto principal do apartamento, ele abriu a porta e entrou, logo em seguida chamou Jason. O rapaz sentiu o cheiro pútrido ao cruzar a porta. Em cima da cama estava um casal deitado de mãos dadas. O homem deveria ter em torno de 50 anos e a mulher uns 45, o homem tinha na mão um revolver calibre 38. A mulher tinha um buraco na têmpora e o homem estava com a boca escancarada e o crânio se abria na parte de cima na cabeça com sangue espirrado na parede atrás da cama. Eles haviam se matado, a cena fez Jason vomitar. Ele limpou a boca e olhou de novo para os dois. E depois para Hunter que fitava os próprios pés. Ele não precisava tê-lo mostrado isso, poderia apenas ter dito para ele que tinham morrido. Hunter pareceu ler seus pensamentos e disse:

-Uma hora você poderia entrar aqui, é melhor que veja logo.

Quando Hunter falou, algo começou a se mexer embaixo da cama, eles olharam para lá instantaneamente. Uma mão saiu de baixo da cama, a pele cinza que parecia fazer parte dos mortos, ela puxou e arrastou de baixo da cama um garotinho que parecia ter 8 anos de idade, ele tinha uma mordida no pescoço, ele fixou os olhos sem pupilas em Jason e começou a grunhir. Ele puxou o resto do corpo pra fora e se levantou. E começou a andar na direção deles, os olhos sem pupilas agora estavam encarando os olhos castanhos de Hunter que ficou paralisado de medo, o garoto continuou a avançar na direção de Hunter com os braços levantados como se pedisse um abraço, Hunter parecia ter esquecido oque o aquele menino havia se tornado e então se abaixou e esticou os braços. O tempo parecia ter parado, Jason olhava o garoto grunhindo e andando na direção de Hunter, então algo na expressão do garoto mudou. O rosto do menino parecia o de um animal sedento por sangue, ele então começou a andar mais rápido desta vez olhando o pescoço de Hunter. Jason entendeu oque o garoto ia fazer quando se lembrou do homem que o atacou no carro, ele então puxou Hunter com força pra fora do quarto.

-Você ficou maluco?!- disse Hunter.

Mas o garoto vinha na direção deles ainda, cada vez mais rápido e também grunhindo. Jason fechou a porta bem à frente do menino que começou a bater e arranhar a porta do outro lado. Ele olhou para Hunter enquanto escutava o monstro esmurrando a porta do outro lado. Hunter estava ofegante, ele resmungava algo sobre ter se enganado.

-Algo está errado, muito errado- disse Jason- tem mais alguma coisa que eu precise ver?

Hunter saiu do transe e respondeu:

-Vamos voltar para a sala e chamar os dois, depois vamos para o telhado.

Eles se reuniram com Lizie e Bruce que estavam tentando sintonizar uma freqüência de rádio, Hunter disse oque iriam fazer e eles se levantaram e os acompanharam até as escadas. Eles chegaram ao terraço e Jason viu que a situação estava muito ruim. As ruas estavam infestadas pelos mortos, em alguns lugares viam-se os “zumbis” comendo carcaças de pessoas, oque era horrível de se testemunhar. Jason chegou bem perto do para-peito e olhou para baixo, viu o carro deles que havia batido na fachada do prédio e uma pergunta se formou na cabeça dele. Ele virou para os outros e perguntou:

-Como vocês conseguiram se safar da batida?

 

Hunter respondeu:

-Na hora em que batemos as ruas não tinham muitos, então fomos até você e o arrastamos para dentro. Depois procuramos algumas coisas que pudéssemos fazer curativos no seu braço. Eles começaram a aparecer durante o tempo que você ficou desacordado.

-Temos que sair daqui- disse Bruce com o medo crescendo em sua voz.

-Obrigado, capitão Óbvio- desdenhou Hunter revirando os olhos.

Jason ficou olhando as ruas, pensativo, precisariam de algo para chamar a atenção se quisessem sair para as ruas. O jeito mais seguro seria por cima dos prédios, mas o vão entre eles era muito grande. O jeito seria pelas ruas mesmo. Ele continuou a olhar as ruas, desta vez a procura de lojas que poderiam ter coisas úteis como comida. Ele se virou para os outros que estavam discutindo, e falou em voz alta.

-Todos são hostis?

Eles pararam de brigar e se viraram para ele.

-Até agora, todos que nos viram tentaram nos atacar- respondeu Elizabeth.

-Agente precisa pegar os recursos que pudermos. Comida e água- falou Jason- já que estamos numa farmácia, é bom pegarmos um pouco de remédios, morfina entre outros.

Eles concordaram, Elizabeth e Bruce descerão para pegar a comida e água, Jason chamou Hunter para conversarem em particular.

-Eu já posso mover melhor o meu braço- disse Jason, abrindo e fechando a mão direita- eu sou menor, chamo menos atenção eu vou descer e tentar pegar os remédios. Você vê oque têm nessa casa que possamos usar de arma.

– Acho melhor eu descer, nunca se sabe- disse Hunter com cautela, olhando para a rua- você pode precisar se defender, não pode arriscar que você não consiga por causa desse braço.

-Hunter, eu sou ambidestro. Consigo me defender com as duas mãos sem problema- respondeu Jason- Quando eu voltar vamos conversar sobre aquela arma que está no quarto.

Hunter acenou com a cabeça e desceu as escadas. Jason olhou mais uma vez para a rua procurando um carro próximo, ele encontrou uma caminhonete que seria perfeita para eles saírem dali. Então, desceu as escadas.

Alguns minutos depois ele tinha descido e estava na farmácia, Hunter havia lhe dado uma faca de carne para o caso dele precisar se defender, ele segurou a faca com a mão esquerda e seguiu abaixado para até estar atrás do balcão, ele havia contado 3 bichos dentro da farmácia, Jason respirou fundo e olhou para o braço machucado que poderia ser um estorvo, só nesse momento ele percebeu que a manga de sua camisa comprida foi rasgada para fazerem os curativos. Ele olhou para trás do balcão e viu um só “zumbi” que estava sentado no chão, olhando para baixo e grunhindo. Seria fácil, ele chegou perto com a faca de cozinha em punho e esfaqueou o coração do zumbi, não deu certo ele se virou para Jason e tentou morde-lo, Jason tropeçou e caiu sentado enquanto o zumbi vinha pra cima, ele então pegou a faca e enfiou em baixo da boca do zumbi atravessando o maxilar. Então, o zumbi imobilizou e Jason pensou: Parece que eles morrem com golpes na cabeça. Mas, nesse momento Jason se imobilizou, acabara de matar algo que fora uma pessoa um dia, será que uma parte da consciência daquele homem que agora o encarava com olhos frios e inexpressivos ainda estava lá dentro? Não havia como saber se ele havia matado uma pessoa, ele então tirou a faca e jogou o corpo para o lado. Ele então se levantou e começou a olhar para o balcão procurando remédios úteis e começou a encher a mochila que Lizie havia encontrado no quarto do garotinho zumbi. Então um zumbi o puxou pelos ombros e tentou derrubá-lo. Ele ouviu um tiro e o zumbi o soltou. O zumbi ao cair bateu numa prateleira e derrubou vários vidros de remédio e a prateleira em si. Ele olhou para fora, alguém tinha atirado para salvá-lo de dentro de um carro, mas logo em seguida o carro arrancou com velocidade e se foi. O barulho da prateleira caída e dos vidros quebrando atraiu dezenas de zumbis do lado de fora da farmácia e começaram a vir na direção do prédio. Jason olhou para a prateleira, colocou mais alguns remédios e bandagens dentro da mochila e saiu correndo de volta para a escada que levava ao apartamento.

Episódio 1: A Cidade dos Mortos

O despertador tocou, ele abriu os olhos e olhou para o teto.Em seguida, Jason se levantou e foi até o banheiro.Encarou os olhos cor de âmbar e aquele rosto cansado que não dizia a sua idade de 25 anos.O cabelo preto recém-cortado não combinava com a barba mal-feita.Ele escovou os dentes e depois tomou banho.Ao voltar para o quarto, o telefone tocou e ele reconheceu o número do seu amigo Hunter.Ele atendeu:

-Hunter, que foi cara?

-Agente ta atrasado pra pegar a sua irmã no aeroporto- respondeu a voz rouca de Hunter com urgência.

-Ah droga, já estou me arrumando, você tá longe daqui?-disse Jason.

-Chego em vinte minutos.

Jason se apressou em se vestir.Colocou uma camisa de mangas longas preta e uma jaqueta de couro, pegou um gorro e saiu correndo do apartamento.O natal se aproximava em algumas semanas, e o tempo estava frio.Quando saiu para a rua, Hunter estava do lado de fora do carro dele esperando, trajava um sobre-tudo bege e usava óculos escuros.Hunter era um homem de 195 cm de altura com cabelos castanhos.Quando ele viu Jason, entrou no carro e ligou o motor.Jason correu e entrou no carro de Hunter.Assim que entrou no carro, Hunter arrancou.Jason agradeceu:

-Valeu pelo favor, cara.

-Sem problemas, da próxima vez tente não bater o seu carro-respondeu Hunter.

-A culpa foi sua, agente foi naquele bar e você me fez beber pra caralho.

Hunter sorriu e continuo na rua.Quando chegaram ao aeroporto, a irmã de Jason esperava na calçada, tremendo de frio.Ela usava roupas leves e não estava preparada para o frio, Hunter parou o carro e ela entrou.Assim que se sentou no banco, ela começou a berrar e bater em Jason:

-Como…Você…Me…Deixa…Esperando…Nesse…Frio…Seu…Inutil!-disse Elizabeth, pontuando cada palavra com um soco.

-Ai ai, Lizie calma-disse Jason se protegendo enquanto Hunter dava gargalhadas- cadê o Bruce, o babaca do seu marido?

-Ele foi reclamar com alguém do aeroporto sobre um zíper quebrado na nossa mala- respondeu Elizabeth.

-Até com isso esse cara tem frescura?- perguntou Hunter com desdem.

-E quem é você?-Lizie respondeu para Hunter com outra pergunta.

Hunter se virou pra olhar Elizabeth e ficou paralisado.Os traços do rosto dela eram muito bonitos e os olhos dela diferente de Jason eram azuis.Hunter ficou gago ao olhar para ela, Jason estranhou isso, mas antes que pudesse falar algo Bruce, o marido de Elizabeth, entrou no carro e começou um monólogo sobre o problema do zíper.Jason olhou para Hunter e disse para ele os levar para o apartamento de Jason.Dito isso, Jason puxou o gorro por cima dos olhos e dormiu, graças ao sono providenciado pelas coisas que Bruce estava falando.

Um grito despertou Jason.O grito de Elizabeth.Jason descobriu os olhos em tempo de ver Hunter bater em uma pessoa na rua, o corpo do homem batido subiu pelo capô e ficou preso no para-brisa.Ele olhou para Jason com olhos totalmente brancos, o homem tinha pele acinzentada e a mandíbula estava quebrada e lhe faltava um braço.Hunter freou com força e o homem voou pelo menos por 5 metros e bateu no chão.Eles estavam de volta ao centro e muita gente corria, carregando coisas como comida e água.Outras estavam no chão e logo se levantavam e começavam a andar cambaleando.E logo perto se encontrava um grupo de pessoas abaixadas fazendo alguma coisa.Mas enquanto eles olhavam a cena, um homem puxou Jason pelo pescoço e tentou morde-lo no pescoço.Jason resistiu e tentou se defender do homem.Ele empurrou o canibal pelos ombros e fez ele soltar.Jason apertou o botão para fechar a janela quando o homem colocou a mão para agarrá-lo de novo, a janela se fechou e cortou o braço do homem fora que caiu no chão do carro.

-Hunter, acelera essa droga de carro agora- gritou Elizabeth quando outros homens se encaminhavam para o carro.

Hunter saiu do transe em que se encontrava enquanto olhava Jason lutar e arrancou com o carro e saiu a toda pela rua.Jason ficou olhando para o braço no chão do carro e disse:

-O que diabos está acontecendo?

-Não sei, mas aquilo parecia um daqueles monstros da TV e dos filmes- respondeu Bruce.

-Um zumbi?- indagou Hunter se virando pra olhar para o marido de Elizabeth.

-HUNTER, OLHA PRA PORRA DA RUA- berrou Jason.

Mas era tarde, quando Hunter voltou a olhar para a pista ele bateu em um hidrante que saiu do seu lugar, Hunter perdeu o controle do carro e bateu de frente na fachada de uma farmácia.Jason, que estava sem cinto de segurança, voou pelo para-brisa e entrou pela janela do prédio e bateu na parede oposta à entrada.

 

Apresentação.

Olá, sobreviventes. Eu criei este blog devido a minha vontade de compartilhar histórias de um apocalipse zumbi. Esse blog vai seguir a visão do protagonista na maioria das vezes, algumas vezes eu entrarei em uma visão em terceira pessoa para abordar melhor a cena que está acontecendo naquele exato momento. Devo ressaltar que nenhum personagem está a salvo. Não venham por favor com comentários estilo The Walking Dead, que tal personagem é intocável por que ele não é, nem mesmo o protagonista. E também uma coisa, quando eu começar a desenvolver muito um personagem, talvez ele esteja sendo desenvolvido desse jeito para substituir o protagonista ou outro personagem central. O que eu quero dizer é que vocês devem estar preparados para qualquer morte sendo ela horrenda e violenta ou simplesmente um infarto.Agora crio algumas regras:

1-Não desrespeitem membros

2-Criticas construtivas são bem-vindas

3-Não sou professor de português por isso não esperem uma escrita totalmente correta

E ultimo-Escrevam de forma que todos entendam e não como um bêbado.

Se você está lendo esse post depois de muito tempo com muitos episódios já publicados, dê uma olhada nas categorias lá vão estar separados por arcos para você ler.